Layout do blog

LGPD: conheça 5 tecnologias que ajudam a cumprir a lei

Bruna Gomes
2 de agosto de 2022

Sabemos que desde agosto de 2021, as empresas devem estar de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), podendo sofrer sanções caso as regras previstas na lei não sejam cumpridas. A LGPD é uma lei que visa a segurança de dados e que estabelece a responsabilidade das empresas em manter em sigilo as informações pessoais que possuem. 

 

É dever da empresa evitar a perda, roubo, violação ou sequestro de dados de terceiros. Com isso, muitas empresas precisaram adaptar-se à lei, cuidado da coleta e do tratamento de dados pessoais e sensíveis de forma adequada. Nesse contexto, a tecnologia se tornou uma grande aliada, pois ajudou a modernizar processos e acelerar a adequação à lei. No artigo de hoje, vamos falar sobre o processo de adequação à LGPD e mostrar quais tecnologias podem te ajudar.😭

5 Tecnologias que suportam a LGPD

Sem dúvida, adaptar a sua empresa às normas da Lei Geral de Proteção de Dadosnão é um processo simples. Apesar de ser fundamental para a segurança de seus dados, esse processo exige muitas etapas e ações por parte das empresas. Seguindo às normas da Lei, o vazamento acidental de dados e informações pessoais retidos pela sua organização tende a reduzir. Porém, a maioria das empresas ainda não estão totalmente adequadas à LGPD, correndo riscos de penalização. De acordo com uma pesquisa da BluePexfeita em julho de 2021, com cerca de mil PMEs,  apenas 4% alegam estar totalmente adequadas à LGPD. 

 

Para passar por esse processo de adequação à LGPD, você pode e deve contar com a tecnologia. Até porque, hoje em dia, com dados sendo acessados não só na empresa, mas também de casa, hotel, ou qualquer lugar do mundo, protegê-los se tornou ainda mais difícil. Para isso, existem tecnologias que irão te ajudar na segurança da informação, agilizar o processo de adequação a essa nova lei e fazer com que sua empresa alcance melhores resultados. Confira algumas delas:

Armazenamento em nuvem:


O armazenamento em nuvem representa uma aceleração na transformação digital e ainda oferece flexibilidade na adequação à LGPD. Ter o controle e a organização de dados e informações importantes é um passo fundamental para estar em conformidade com a lei e a nuvem é a solução ideal para isso.  O armazenamento em nuvem permite um desenvolvimento rápido, centraliza as informações armazenadas, gerencia um maior número de dados e diminui a carga administrativa. É uma tecnologia necessária não só para ajudar sua empresa na adequação à LGPD, mas também para mantê-la atualizada.

DLP (Data Loss Prevention):


O Data Loss Prevention, significa a prevenção de perda de dados. É uma metodologia que inclui vários processos para garantir a confidencialidade dos dados da sua empresa, cuidando da prevenção contra o vazamento de informação. Através de softwares, essa tecnologia classifica os usuários de acordo com as políticas da empresa e com a LGPD, dessa forma, os dados confidenciais ficam disponíveis apenas para usuários autorizados e não são compartilhados com usuários não autorizados. A DLP é utilizada na descoberta de dados em repouso, no monitoramento dos dados em trânsito e no bloqueio de dados em busca de evitar acessos indevidos, o que permite total conformidade com a LGPD.

Criptografia:

 

A criptografia é uma das ferramentas mais tradicionais de proteção, consiste na aplicação de fórmulas matemáticas complexas no conteúdo das informações. Sendo assim, é preciso ter uma chave capaz de resolver essas equações matemáticas para conseguir acesso ao conteúdo. A criptografia é capaz de garantir a segurança de dados sensíveis que estão em trânsito na internet, evitando que hackers tenham acesso à essa informação. Essa tecnologia ajuda sua empresa a cumprir a LGPD pois além de tornar o conteúdo difícil de entender para as pessoas que não estão autorizadas, também garante o controle de acessos às informações confidenciais. Além disso, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD) analisa se foram adotadas técnicas adequadas para tornar ininteligíveis (que não se pode entender) os dados afetados por incidentes de segurança.

Machine learning:

 

Machine Learning significa “aprendizado de máquina”. É uma das principais evoluções da tecnologia e se refere a criação de algoritmos de softwares capazes de aprender com a própria experiência. Sendo assim, são tecnologias que podem aprender com os próprios erros através da identificação padrões de comportamento, análises preditivas, detecção de anomalias etc. O Machine Learning conta com um processo mais complexo e completo para encontrar ameaças e reconhecer eventos suspeitos em uma infraestrutura de TI. Com essa técnica, sua empresa é capaz de evitar fraudes bancárias, defeitos estruturais e qualquer outra causa de perda de informação.

Endpoint Security:


Com o home office, as empresas possuem cada vez mais dispositivos conectados à rede e se torna necessário adotar uma nova abordagem de segurança, como EndPoint Security. O EndPoint Security  é uma tecnologia que busca proteger os pontos de entrada de uma rede empresarial contra possíveis ataques. Ele ajuda sua empresa a evitar vazamento de dados e informações confidenciais, bloqueando ações indesejadas, além de oferecer uma gestão centralizada ajudando a cumprir a LGPD.

Como vimos, manter sua empresa adequada à Lei Geral de Proteção de Dados pode ser um desafio muito grande para diversas empresas. Por isso, é imprescindível que você conte com tecnologias que possam te ajudar nesse processo de segurança e controle de dados. Além disso, a Contacta pode te auxiliar a conduzir melhor  esse processo de conformidade à lei, fale com um de nossos especialistas!


Por Helena Motta 25 de fevereiro de 2026
Por que dispositivos móveis viraram alvos estratégicos
Por Helena Motta 11 de fevereiro de 2026
Durante muito tempo, segurança de rede foi praticamente sinônimo de proteger o perímetro. Bastava ter um bom firewall na entrada e organizar os ativos internos por zonas relativamente estáticas. Esse modelo funcionava bem quando aplicações estavam concentradas em data centers próprios, usuários trabalhavam majoritariamente dentro da empresa e os fluxos de comunicação eram previsíveis. Esse cenário mudou radicalmente. Hoje, a maioria das organizações opera em ambientes híbridos, multi-cloud, com workloads distribuídos, colaboradores remotos, APIs expostas e integrações constantes com terceiros. Nesse contexto, ataques modernos deixaram de focar apenas no ponto inicial de invasão e passaram a explorar, de forma sistemática, a movimentação lateral dentro das redes. Esse padrão é amplamente documentado em relatórios de ameaças da CrowdStrike, no Verizon Data Breach Investigations Report e no framework MITRE ATT&CK, todos reconhecidos como referências na área. É justamente nesse ponto que segmentação e microsegmentação deixam de ser apenas boas práticas técnicas e passam a ser elementos estratégicos da arquitetura de segurança.
Por Helena Motta 28 de janeiro de 2026
A nuvem se consolidou como base da infraestrutura digital moderna. Aplicações críticas, dados sensíveis e processos centrais de negócio estão cada vez mais distribuídos entre provedores de cloud, ambientes SaaS e data centers locais. Esse modelo trouxe escalabilidade, velocidade e redução de custos, mas também expandiu de forma significativa a superfície de ataque. Com o crescimento de ambientes híbridos e multicloud, a complexidade operacional aumentou. Empresas passaram a lidar simultaneamente com diferentes arquiteturas, modelos de segurança, políticas de acesso e mecanismos de monitoramento. Nesse contexto, surge uma percepção equivocada: a de que “a nuvem é segura por padrão”. Embora provedores ofereçam infraestrutura robusta, a responsabilidade pela proteção de dados, acessos, configurações e aplicações continua sendo da organização. O resultado é um aumento dos riscos operacionais e de segurança. Atacantes exploram lacunas entre ambientes, erros de configuração e identidades mal gerenciadas. A nuvem, longe de ser apenas um recurso tecnológico, torna-se um novo campo estratégico de defesa cibernética.
Os novos padrões de MFA em 2026: o que realmente funciona contra ataques avançados
Por Helena Motta 13 de janeiro de 2026
D urante anos, a autenticação multifator (MFA) foi tratada como o “antídoto definitivo” contra ataques baseados em credenciais. Implementar um segundo fator parecia suficiente para reduzir drasticamente o risco de invasões. Em 2026, essa lógica já não se sustenta sozinha. O avanço dos ataques baseados em identidade mostrou que nem todo MFA oferece o mesmo nível de proteção e, em alguns casos, pode até criar uma falsa sensação de segurança. Hoje, a pergunta central não é mais “sua empresa usa MFA?”, mas sim: que tipo de MFA está sendo utilizado e se ele é capaz de resistir a ataques avançados, automatizados e orientados por engenharia social. O mercado caminha para padrões mais inteligentes, adaptativos e resistentes a phishing, alinhados a estratégias de Zero Trust e proteção contínua de identidade.
Tendências de cibersegurança para 2026: o que muda na prática para as organizações
Por Helena Motta 19 de dezembro de 2025
A cibersegurança entrou em um novo momento. Se nos últimos anos o foco esteve em acompanhar a digitalização acelerada e o crescimento da nuvem, o cenário que se desenha para 2026 é mais estrutural: tecnologias avançando em ritmo exponencial, ataques cada vez mais automatizados e uma pressão crescente por maturidade, resiliência e governança. De acordo com análises recentes publicadas por veículos especializados e relatórios globais de segurança, o desafio deixa de ser apenas “proteger sistemas” e passa a envolver a capacidade das organizações de integrar segurança à estratégia do negócio, com visão de longo prazo. No artigo de hoje, reunimos as principais tendências que devem definir a cibersegurança em 2026, com base em relatórios de mercado, fabricantes e especialistas do setor.
IA como usuário: o futuro da identidade digital e o desafio da autenticação autônoma
Por Helena Motta 3 de dezembro de 2025
A A presença de agentes inteligentes em sistemas corporativos já saiu do campo da experimentação e entrou na rotina operacional. Bots que reservam salas, agentes que sincronizam dados entre serviços, e assistentes que executam ações em nome de equipes são exemplos de um fenômeno que exige repensar o que entendemos por identidade digital. Quando uma inteligência artificial age como um usuário, quais são as garantias mínimas de quem ela é, do que pode fazer e de como suas ações serão rastreadas? Este artigo explora esse novo cenário, os limites dos modelos atuais de autenticação e caminhos práticos para a transição a um modelo de identidade que suporte agentes autônomos de forma segura e auditável.
Infraestrutura de pagamentos: o que não pode falhar na Black Friday
Por Bruna Gomes 19 de novembro de 2025
A Black Friday se consolidou como uma das datas mais importantes para o varejo digital, impulsionando picos de acesso e volumes de transações muito acima da média ao longo de poucas horas. Para as empresas, esse é um momento decisivo: além da oportunidade comercial, há também um aumento significativo da pressão sobre toda a estrutura tecnológica que sustenta a jornada de compra. Entre todos os componentes da operação, a infraestrutura de pagamentos é uma das partes mais sensíveis e a que mais impacta diretamente o faturamento. Diante desse cenário, preparar a infraestrutura de pagamentos é essencial para manter a operação estável, garantir altas taxas de aprovação e proteger a continuidade do negócio.  Neste artigo, exploramos os principais riscos, os gargalos mais comuns e as práticas fundamentais para enfrentar a Black Friday com segurança e eficiência. Continue a leitura!
Entenda o impacto do uso de IA generativa em ataques cibernéticos
Por Helena Motta 4 de novembro de 2025
Neste artigo explicaremos como a IA generativa está sendo usada em ataques cibernéticos, quais são os impactos para as organizações e quais medidas práticas podem ser adotadas para mitigar esses riscos.
Usuário não-humano: o desafio da identidade digital para sistemas
Por Bruna Gomes 22 de outubro de 2025
Neste artigo, vamos entender o que são usuários não humanos, por que eles representam um desafio para a segurança digital e o que sua empresa pode (e deve) fazer para gerenciar essas identidades com mais controle, visibilidade e proteção.
O que a nova estratégia nacional de cibersegurança significa para empresas brasileiras
Por Helena Motta 7 de outubro de 2025
Nesse artigo vamos compreender como as principais decisões estabelecidas na Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber) impactam as empresas brasileiras.
Share by: