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Mesclando rede e segurança em uma única solução em cloud, essa abordagem é considerada crucial para modernizar infraestruturas no novo normal.

 

A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV2) acelerou o processo de transformação digital nas empresas, que tiveram que adotar o trabalho remoto e consequentemente encontrar maneiras seguras de permitir que seus colaboradores acessem os recursos críticos corporativos onde quer que eles estejam. A Cloud se provou um excelente substituto para os servidores on-premise na hora de entregar aplicações de forma remota com a mesma qualidade e estabilidade de softwares executados localmente.

E a segurança de nuvem, como fica? Uma das promessas para o futuro é a arquitetura SASE, sigla para Secure Access Service Edge ou Serviço de Acesso Seguro de Borda. Não se trata de um produto, mas sim de uma estratégia de proteção que converge redes (principalmente SD-WAN) com soluções de segurança variadas, permitindo um gerenciamento unificado de diferentes filiais, dispositivos e usuários.

O conceito (cujo nome pronuncia-se “Sassy”) foi citado pela primeira vez em um relatório de tendências elaborado pela Gartner e publicado em 2019, no qual a consultoria destacou “as demandas dos clientes por simplicidade, escalabilidade, flexibilidade, baixa latência e segurança generalizada força a convergência dos mercados de segurança de rede e borda WAN”. Segundo a Gartner, até 2025, pelo menos 80% das organizações globais terão migrado suas operações para a nuvem.

A abordagem SASE inclui firewall-como-serviço (firewall-as-a-Service ou FWaaS), secure web gateway (SWG), acesso à rede zero-trust (ZTNA) e agentes de segurança de acesso à nuvem (CASB). Essa convergência facilita a aplicação de políticas integradas, melhora a visibilidade e proteção da identidade dos usuários (mesmo fora do perímetro tradicional), simplifica a gestão de segurança cibernética entre múltiplos silos e evita falhas oriundas de estruturas baseadas em hardwares locais.

Outros benefícios incluem redução de custos (afinal, ao consolidar fornecedores e eliminar as pilhas de tecnologia, o valor investido acaba caindo), proporciona maior agilidade (tanto para a entrega de aplicativos e serviços quanto para detecção de incidentes) e ajuda a habilitar a estratégia zero trust — ou seja, a autenticação de confiança zero, que verifica constantemente a identidade do usuário em busca de comportamentos anormais em vez de confiar simplesmente em seu endereço IP ou conjunto de credenciais.

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E, finalizando, segue uma lista com alguns dos principais fabricantes do mercado que apresentam em suas soluções um ou mais de um destes conceitos em seus produtos de Cloud Security:

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