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Empresa do mercado financeiro conquista a proteção de suas aplicações em nuvem com a Contacta e a Netskope

Bruna Gomes
16 de novembro de 2022

Uma empresa do mercado financeiro, uma grande companhia de investimento, utiliza aplicações avançadas como Saas (Software as a Service). E como usuária do Office 365, ela possui uma série de arquivos importantes armazenados na nuvem. A organização utiliza o One Drive para armazenar documentos, o Exchange para trocas de e-mails, o Microsoft Teams para reuniões remotas e as demais aplicações do Office 365. Com isso, todos os arquivos, planilhas e apresentações desenvolvidos dentro do Office 365 são armazenados na nuvem.


A empresa contava com uma solução tradicional de firewall para proteção das aplicações que estão dentro do perímetro, hospedadas no Data Center. O desafio era expandir esse perímetro de proteção para além do Data Center e proteger as aplicações e dados onde quer que elas estivessem. Apesar de possuir boa parte das aplicações on-premise, a empresa estava em processo de migrar toda sua infraestrutura para a nuvem.

 

Sendo assim, percebeu que o perímetro de segurança que ela tinha com o Firewall era insuficiente, pois não protegia suas aplicações em nuvem. Então, procurou um conjunto de soluções que engloba NGSWG (Next Generation Secure Web Gateway) e proteções integradas via API. Isso, em busca de proteger aplicações e dados em nuvem, como as do Office 365. A empresa acredita que não existe uma bala de prata para a segurança, então sua equipe de Tecnologia da Informação (TI) atua em diversas frentes. Atuam tanto na parte de prevenção a ataques, quanto na parte de resposta a eventuais incidentes. 

Como a Contacta e a Netskope ajudaram esse processo

A partir dessas premissas, a empresa juntamente com a Contacta e a Netskope, definiu que a abordagem ideal era a adoção do NGSWG. Esse é um produto que faz o papel do antigo proxy, porém com funcionalidades mais modernas,  como o monitoramento de todo o tráfego dos usuários em home office, que tornam o acesso web mais seguro. E para personalizar a solução de acordo com o que a empresa necessitava, foram implementadas soluções de API’s específicas para a proteção do Teams, do Exchange e do One Drive / Sharepoint, protegendo todos os arquivos da empresa, independente da aplicação em que ele está inserido.


Além disso, a empresa também conta com uma proteção de DLP (Data Loss Prevention), um software de prevenção de perda de dados que abrange todas as três API’s citadas acima (Teams, Exchgange e One Drive), garantindo dessa forma o controle de DLP através de mais de 50 identificadores de dados brasileiros de forma nativa, tornando a adoção à LGPD muito mais simples.


Para a implementação dessas soluções, a organização contou com o time da Contacta, que estava bem alinhado com a empresa e possui profissionais que conhecem bem as soluções da Netskope, realizando um projeto de sucesso. A Contacta entendeu o que a empresa queria e precisava e por possuir muita experiência com esse tipo de solução, foi capaz de colocá-la em produção em apenas duas semanas. Depois desse processo inicial, o time Contacta continuou fazendo os refinamentos necessários para o pleno funcionamento da solução. 

 

Vale ressaltar que o time técnico da empresa pôde acompanhar junto à Contacta e a Netskpe todo o processo. Com isso, o time interno tem autonomia para operar a solução de forma independente. O produto é muito intuitivo e essa simplicidade permitiu que o time tivesse a independência  necessária para seguir fazendo ajustes após a implantação. Por isso, a empresa considera que o relacionamento de parceria com a Contacta funciona no curto e no longo prazo. 

Conclusão

A organização continua utilizando sua solução de firewall, mas após a implementação eles possuem mais visibilidade e consideram isso um dos fatores mais importantes. Foi possível promover mais segurança nos acessos em plataformas SASE, pois a empresa consegue limitar os IP’s que ela deseja liberar ou bloquear, podendo, por exemplo, bloquear que Office 365 seja acessível de países onde a incidência de ataques é maior. 


Além disso, durante o processo de implementação foi possível contemplar plataformas que não estavam mapeadas no início do projeto. Hoje, a empresa já está há 2 anos com a solução e considera a ferramenta bem moderna. A organização acredita que a ferramenta permanece evoluindo e ajudando a diminuir bastante a fricção entre a área de TI e os usuários.


Por Helena Motta 1 de julho de 2026
Durante muito tempo, a gestão de vulnerabilidades seguiu uma lógica relativamente simples: identificar falhas, classificá-las por criticidade e iniciar a correção a partir das mais graves. Essa abordagem ainda tem valor, mas já não responde sozinha à complexidade do cenário atual. Hoje, as empresas lidam com ambientes cada vez mais distribuídos, ativos em nuvem, sistemas legados, aplicações de terceiros, APIs, bibliotecas open sourc e e uma superfície de ataque em constante expansão. Em paralelo, atacantes passaram a explorar falhas com mais velocidade, enquanto as equipes de segurança precisam lidar com volumes cada vez maiores de alertas, correções e decisões. Esse cenário torna a gestão de vulnerabilidades menos linear. A criticidade continua sendo um indicador importante, mas não deve ser o único critério para definir prioridade. Em muitos casos, uma vulnerabilidade considerada média pode representar mais risco para o negócio do que uma falha crítica, dependendo de onde ela está, do ativo afetado e da possibilidade real de exploração.
Por Helena Motta 16 de junho de 2026
Seja na automação de tarefas, na análise de dados, no desenvolvimento de software ou no atendimento ao cliente, a adoção das ferramentas que utilizam inteligência artificial generativa cresce em um ritmo que poucas tecnologias conseguiram alcançar. O problema é que a velocidade da adoção nem sempre vem acompanhada da mesma maturidade em segurança. Enquanto as organizações buscam ganhos de produtividade e eficiência, novas preocupações surgem. Informações confidenciais sendo inseridas em ferramentas públicas, falta de visibilidade sobre o uso da tecnologia, vulnerabilidades em aplicações baseadas em IA e desafios de governança são apenas alguns exemplos. Durante o webinar "Cibersegurança aplicada à adoção de IA pelas empresas", realizado pela Contacta em parceria com a Check Point, foi apresentado um modelo que ajuda a entender onde estão os principais riscos e como criar uma estratégia de proteção mais abrangente.  A proposta é simples: segurança em IA não deve ser tratada como um único controle ou ferramenta. Ela precisa acompanhar toda a jornada da inteligência artificial dentro da organização.
Por Helena Motta 20 de maio de 2026
A inteligência artificial deixou de ser um tema restrito à inovação ou a projetos experimentais. Hoje, ela já está presente na rotina de muitas empresas, apoiando atividades como análise de dados, automação de processos, produtividade, atendimento e segurança. Na prática, isso significa que a IA deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio e passou a influenciar decisões operacionais e estratégicas. Em áreas de segurança, por exemplo, ela já é utilizada para correlacionar eventos, identificar comportamentos anômalos, acelerar triagens e ajudar equipes a priorizarem riscos. Esse avanço traz ganhos importantes de escala e velocidade. Mas, ao mesmo tempo, amplia uma discussão que se tornou cada vez mais relevante para áreas de TI, segurança e governança: até que ponto decisões críticas podem ser automatizadas sem supervisão humana? À medida que a IA passa a atuar em processos mais sensíveis, a questão deixa de ser apenas adoção. Ela passa a envolver controle, contexto e responsabilidade. É nesse cenário que o conceito de Human in the Loop (HITL) ganha relevância.
Por Helena Motta 28 de abril de 2026
Você tem firewall . Tem antivírus. Tem SIEM . Sente que sua empresa está protegida, mas essa sensação pode ser exatamente o maior risco que você corre hoje. Existe um protocolo que opera silenciosamente em 100% dos dispositivos da sua rede, que raramente é inspecionado em profundidade pelas soluções de segurança convencionais, e que está sendo explorado ativamente por atacantes para roubar dados, instalar malware e estabelecer canais de controle remoto. Esse protocolo é o DNS (Domain Name System) . Neste artigo, vamos mostrar por que o DNS se tornou o novo campo de batalha da cibersegurança, quais ameaças ele esconde e o que os dados reais de empresas brasileiras revelam sobre esse problema.
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O aumento gradual da superfície de ataque, impulsionado pela adoção de cloud , APIs e ambientes híbridos, mudou a forma como as organizações precisam lidar com segurança. Não basta mais reagir a incidentes: é necessário antecipar movimentos de adversários e entender como eles operam. É nesse contexto que a Threat Intelligence ganha relevância. Mais do que coletar dados sobre ataques, trata-se de transformar informações em decisões estratégicas e operacionais. Empresas que adotam essa abordagem conseguem reduzir o tempo de resposta, priorizar melhor seus investimentos e evitar impactos significativos no negócio. Segundo a Recorded Future , o uso de Threat Intelligence permite “identificar, contextualizar e antecipar ameaças antes que elas impactem a organização”, tornando a segurança mais orientada por dados reais de ataque.
Observabilidade em APIs: o que monitorar para evitar falhas e ataques
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As APIs deixaram de ser meros conectores entre sistemas para se tornarem componentes centrais das operações digitais modernas . Elas permitem que aplicações, serviços em nuvem e microserviços funcionem de forma integrada, sustentando desde transações financeiras até plataformas de consumo de dados em larga escala. Com essa importância, surge também um novo nível de exposição: falhas silenciosas ou ataques direcionados podem comprometer sistemas inteiros se não houver monitoramento adequado. A observabilidade em APIs surge como uma estratégia essencial para evitar falhas operacionais e reduzir riscos de segurança . Diferente do monitoramento tradicional, que se limita a acompanhar métricas pré-definidas, a observabilidade busca entender o estado interno do sistema a partir dos dados que ele gera, permitindo diagnósticos mais precisos e respostas mais rápidas.
Por Helena Motta 4 de março de 2026
A computação em nuvem deixou de ser apenas uma escolha tecnológica para se tornar a base operacional de muitas organizações. Aplicações críticas, bases de dados sensíveis e processos estratégicos hoje dependem de ambientes IaaS, PaaS e SaaS altamente distribuídos. Esse movimento ampliou a agilidade dos negócios, mas também expandiu significativamente a superfície de ataque. Em paralelo, relatórios recentes de grandes players como a Crowdstrike mostram que adversários estão cada vez mais focados em explorar ambientes cloud, especialmente por meio de credenciais comprometidas e falhas de configuração. Diante desse cenário, maturidade em Cloud Security passa a ser um tema estratégico. Não se trata apenas de possuir ferramentas de segurança, mas de entender o nível real de preparo da organização para prevenir, detectar e responder a ameaças em um ambiente dinâmico e descentralizado.
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Por que dispositivos móveis viraram alvos estratégicos
Por Helena Motta 11 de fevereiro de 2026
Durante muito tempo, segurança de rede foi praticamente sinônimo de proteger o perímetro. Bastava ter um bom firewall na entrada e organizar os ativos internos por zonas relativamente estáticas. Esse modelo funcionava bem quando aplicações estavam concentradas em data centers próprios, usuários trabalhavam majoritariamente dentro da empresa e os fluxos de comunicação eram previsíveis. Esse cenário mudou radicalmente. Hoje, a maioria das organizações opera em ambientes híbridos, multi-cloud, com workloads distribuídos, colaboradores remotos, APIs expostas e integrações constantes com terceiros. Nesse contexto, ataques modernos deixaram de focar apenas no ponto inicial de invasão e passaram a explorar, de forma sistemática, a movimentação lateral dentro das redes. Esse padrão é amplamente documentado em relatórios de ameaças da CrowdStrike, no Verizon Data Breach Investigations Report e no framework MITRE ATT&CK, todos reconhecidos como referências na área. É justamente nesse ponto que segmentação e microsegmentação deixam de ser apenas boas práticas técnicas e passam a ser elementos estratégicos da arquitetura de segurança.
Por Helena Motta 28 de janeiro de 2026
A nuvem se consolidou como base da infraestrutura digital moderna. Aplicações críticas, dados sensíveis e processos centrais de negócio estão cada vez mais distribuídos entre provedores de cloud, ambientes SaaS e data centers locais. Esse modelo trouxe escalabilidade, velocidade e redução de custos, mas também expandiu de forma significativa a superfície de ataque. Com o crescimento de ambientes híbridos e multicloud, a complexidade operacional aumentou. Empresas passaram a lidar simultaneamente com diferentes arquiteturas, modelos de segurança, políticas de acesso e mecanismos de monitoramento. Nesse contexto, surge uma percepção equivocada: a de que “a nuvem é segura por padrão”. Embora provedores ofereçam infraestrutura robusta, a responsabilidade pela proteção de dados, acessos, configurações e aplicações continua sendo da organização. O resultado é um aumento dos riscos operacionais e de segurança. Atacantes exploram lacunas entre ambientes, erros de configuração e identidades mal gerenciadas. A nuvem, longe de ser apenas um recurso tecnológico, torna-se um novo campo estratégico de defesa cibernética.
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