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Como o CIEE alcançou a visibilidade necessária para garantir a segurança das suas informações com a Contacta e a Netskope

Bruna Gomes
11 de outubro de 2022

O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos e de fins não econômicos, é uma entidade de assistência social que possibilita aos adolescentes e jovens uma formação integral, ingressando-os ao mundo do trabalho. Com isso, a organização lida com diversos dados de terceiros, empresas e estudantes, precisando então garantir a segurança da informação e a adequação à LGPD.


A área de Segurança da Informação e Privacidade do CIEE tem como objetivo instituir normas e políticas que garantem a segurança dos dados com os quais a organização lida.  O CIEE contava com uma solução de Data Loss Prevention – DLP (solução com foco na prevenção de dados) que garantia a gestão perimetral, dando segurança aos dados presentes na sua rede corporativa. Porém,  boa parte das suas aplicações estão na nuvem, intensificado com a pandemia (trabalho remoto), motivo pelo qual, o CIEE precisou também de uma solução que desse visibilidade para essa movimentação de dados fora da rede.

 

A instituição utiliza de uma solução de autenticação centralizada e segura de acesso (SSO – Single Sign-on) integrada com ferramentas colaborativas para elaboração de documentos, compartilhamentos e envios e recebimentos de e-mails, incluindo sistema de Helpdesk no gerenciamento de solicitações de seu público interno e externo, todos esses serviços em nuvem. E como possuem milhões de estudantes cadastrados com dados pessoais armazenados, precisavam garantir a segurança dessas informações onde quer que elas estejam.  Por isso, a principal necessidade  do CIEE era dar visibilidade sobre o que os usuários estavam fazendo nesses ambientes. Eles sentiram a necessidade de proteger as informações armazenadas na nuvem das possíveis falhas humanas dos usuários e também de ataques cibernéticos. 

 

Para garantir essa segurança na nuvem, o CIEE contou com a parceria da Contacta para a implantação da solução de CASB, Proxy e DLP da Netskope. O time de Segurança da Informação e Privacidade do CIEE, acredita que uma das principais vantagens da solução é que ela permite uma gestão centralizada e segura de seus usuários, onde quer que eles estejam. Além disso,  inclui o gerenciamento unificado de conteúdo de sites (solução de Proxy), até então era gerenciados em 300 localidades de maneira descentralizada. Outro diferencial para o CIEE é que além de fazer a gestão da segurança em nuvem de suas aplicações, a solução oferece também o motor de DLP (solução com foco na prevenção de dados) mais avançado do que o que eles possuíam até então, garantindo a proteção dos dados com templates que podem ser customizados pela empresa de acordo com suas políticas.

 

Para proteger seu ambiente de trabalho, o CIEE conta com a integração nativa da Netskope com soluções de API específicas. O que garante a proteção do uso e dos dados nesses ambientes. 

 

Além da visibilidade, o CIEE também se preocupava bastante com a adequação à LGPD , incluindo exigências de parceiros na contratação de estágio e aprendizagem. A implementação da solução foi fundamental, ajudando a instituição nesse processo de segurança dos dados pessoais e sensíveis. 


O processo de implementação da solução começou no início da pandemia, o que ajudou a empresa com a migração para o home office. O CIEE tinha toda a equipe trabalhando presencialmente, com um modelo de atendimento localizado. Eles contavam com mais de 30 unidades e mais de 100 postos de atendimento, e com a pandemia, boa parte foi migrado parcialmente para o modelo remoto. 

 

Contar com uma solução que faz a gestão de acessos e de segurança das aplicações em nuvem, que vai além do perímetro (o qual eles não possuíam), foi primordial para que hoje a instituição possa trabalhar em um modelo híbrido e ter sua central de atendimento funcionando remotamente. É possível fazer a gestão de um incidente, identificar um acesso ou uma ferramenta que o usuário está utilizando e que pode gerar vulnerabilidade. O CIEE acredita que a ferramenta trouxe muitas possibilidades.


Do ponto de vista de atendimento, o CIEE sentiu segurança em fechar a parceria com a Contacta, devido aos seus mais de 30 anos presentes no mercado da área de segurança digital e seu time de especialistas, que garante a entrega das demandas rapidamente e tem um forte senso de parceria, sempre receptivo e disposto a ajudar.

 

Hoje, o CIEE consegue identificar um incidente facilmente, pois alcançaram a visibilidade necessária para garantir a segurança das suas informações. Além disso, a solução ajudou muito no programa da LGPD, pois contar com as soluções de segurança de dados permite que a entidade ganhe a confiança de seus clientes e ajuda na criação de novas parcerias. 

 

A entidade acredita que o sucesso da implementação se deu pois há uma sinergia muito boa, de forma integrada e muito profissional.


Por Helena Motta 1 de julho de 2026
Durante muito tempo, a gestão de vulnerabilidades seguiu uma lógica relativamente simples: identificar falhas, classificá-las por criticidade e iniciar a correção a partir das mais graves. Essa abordagem ainda tem valor, mas já não responde sozinha à complexidade do cenário atual. Hoje, as empresas lidam com ambientes cada vez mais distribuídos, ativos em nuvem, sistemas legados, aplicações de terceiros, APIs, bibliotecas open sourc e e uma superfície de ataque em constante expansão. Em paralelo, atacantes passaram a explorar falhas com mais velocidade, enquanto as equipes de segurança precisam lidar com volumes cada vez maiores de alertas, correções e decisões. Esse cenário torna a gestão de vulnerabilidades menos linear. A criticidade continua sendo um indicador importante, mas não deve ser o único critério para definir prioridade. Em muitos casos, uma vulnerabilidade considerada média pode representar mais risco para o negócio do que uma falha crítica, dependendo de onde ela está, do ativo afetado e da possibilidade real de exploração.
Por Helena Motta 16 de junho de 2026
Seja na automação de tarefas, na análise de dados, no desenvolvimento de software ou no atendimento ao cliente, a adoção das ferramentas que utilizam inteligência artificial generativa cresce em um ritmo que poucas tecnologias conseguiram alcançar. O problema é que a velocidade da adoção nem sempre vem acompanhada da mesma maturidade em segurança. Enquanto as organizações buscam ganhos de produtividade e eficiência, novas preocupações surgem. Informações confidenciais sendo inseridas em ferramentas públicas, falta de visibilidade sobre o uso da tecnologia, vulnerabilidades em aplicações baseadas em IA e desafios de governança são apenas alguns exemplos. Durante o webinar "Cibersegurança aplicada à adoção de IA pelas empresas", realizado pela Contacta em parceria com a Check Point, foi apresentado um modelo que ajuda a entender onde estão os principais riscos e como criar uma estratégia de proteção mais abrangente.  A proposta é simples: segurança em IA não deve ser tratada como um único controle ou ferramenta. Ela precisa acompanhar toda a jornada da inteligência artificial dentro da organização.
Por Helena Motta 20 de maio de 2026
A inteligência artificial deixou de ser um tema restrito à inovação ou a projetos experimentais. Hoje, ela já está presente na rotina de muitas empresas, apoiando atividades como análise de dados, automação de processos, produtividade, atendimento e segurança. Na prática, isso significa que a IA deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio e passou a influenciar decisões operacionais e estratégicas. Em áreas de segurança, por exemplo, ela já é utilizada para correlacionar eventos, identificar comportamentos anômalos, acelerar triagens e ajudar equipes a priorizarem riscos. Esse avanço traz ganhos importantes de escala e velocidade. Mas, ao mesmo tempo, amplia uma discussão que se tornou cada vez mais relevante para áreas de TI, segurança e governança: até que ponto decisões críticas podem ser automatizadas sem supervisão humana? À medida que a IA passa a atuar em processos mais sensíveis, a questão deixa de ser apenas adoção. Ela passa a envolver controle, contexto e responsabilidade. É nesse cenário que o conceito de Human in the Loop (HITL) ganha relevância.
Por Helena Motta 28 de abril de 2026
Você tem firewall . Tem antivírus. Tem SIEM . Sente que sua empresa está protegida, mas essa sensação pode ser exatamente o maior risco que você corre hoje. Existe um protocolo que opera silenciosamente em 100% dos dispositivos da sua rede, que raramente é inspecionado em profundidade pelas soluções de segurança convencionais, e que está sendo explorado ativamente por atacantes para roubar dados, instalar malware e estabelecer canais de controle remoto. Esse protocolo é o DNS (Domain Name System) . Neste artigo, vamos mostrar por que o DNS se tornou o novo campo de batalha da cibersegurança, quais ameaças ele esconde e o que os dados reais de empresas brasileiras revelam sobre esse problema.
Por Helena Motta 2 de abril de 2026
O aumento gradual da superfície de ataque, impulsionado pela adoção de cloud , APIs e ambientes híbridos, mudou a forma como as organizações precisam lidar com segurança. Não basta mais reagir a incidentes: é necessário antecipar movimentos de adversários e entender como eles operam. É nesse contexto que a Threat Intelligence ganha relevância. Mais do que coletar dados sobre ataques, trata-se de transformar informações em decisões estratégicas e operacionais. Empresas que adotam essa abordagem conseguem reduzir o tempo de resposta, priorizar melhor seus investimentos e evitar impactos significativos no negócio. Segundo a Recorded Future , o uso de Threat Intelligence permite “identificar, contextualizar e antecipar ameaças antes que elas impactem a organização”, tornando a segurança mais orientada por dados reais de ataque.
Observabilidade em APIs: o que monitorar para evitar falhas e ataques
Por Helena Motta 17 de março de 2026
As APIs deixaram de ser meros conectores entre sistemas para se tornarem componentes centrais das operações digitais modernas . Elas permitem que aplicações, serviços em nuvem e microserviços funcionem de forma integrada, sustentando desde transações financeiras até plataformas de consumo de dados em larga escala. Com essa importância, surge também um novo nível de exposição: falhas silenciosas ou ataques direcionados podem comprometer sistemas inteiros se não houver monitoramento adequado. A observabilidade em APIs surge como uma estratégia essencial para evitar falhas operacionais e reduzir riscos de segurança . Diferente do monitoramento tradicional, que se limita a acompanhar métricas pré-definidas, a observabilidade busca entender o estado interno do sistema a partir dos dados que ele gera, permitindo diagnósticos mais precisos e respostas mais rápidas.
Por Helena Motta 4 de março de 2026
A computação em nuvem deixou de ser apenas uma escolha tecnológica para se tornar a base operacional de muitas organizações. Aplicações críticas, bases de dados sensíveis e processos estratégicos hoje dependem de ambientes IaaS, PaaS e SaaS altamente distribuídos. Esse movimento ampliou a agilidade dos negócios, mas também expandiu significativamente a superfície de ataque. Em paralelo, relatórios recentes de grandes players como a Crowdstrike mostram que adversários estão cada vez mais focados em explorar ambientes cloud, especialmente por meio de credenciais comprometidas e falhas de configuração. Diante desse cenário, maturidade em Cloud Security passa a ser um tema estratégico. Não se trata apenas de possuir ferramentas de segurança, mas de entender o nível real de preparo da organização para prevenir, detectar e responder a ameaças em um ambiente dinâmico e descentralizado.
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Por que dispositivos móveis viraram alvos estratégicos
Por Helena Motta 11 de fevereiro de 2026
Durante muito tempo, segurança de rede foi praticamente sinônimo de proteger o perímetro. Bastava ter um bom firewall na entrada e organizar os ativos internos por zonas relativamente estáticas. Esse modelo funcionava bem quando aplicações estavam concentradas em data centers próprios, usuários trabalhavam majoritariamente dentro da empresa e os fluxos de comunicação eram previsíveis. Esse cenário mudou radicalmente. Hoje, a maioria das organizações opera em ambientes híbridos, multi-cloud, com workloads distribuídos, colaboradores remotos, APIs expostas e integrações constantes com terceiros. Nesse contexto, ataques modernos deixaram de focar apenas no ponto inicial de invasão e passaram a explorar, de forma sistemática, a movimentação lateral dentro das redes. Esse padrão é amplamente documentado em relatórios de ameaças da CrowdStrike, no Verizon Data Breach Investigations Report e no framework MITRE ATT&CK, todos reconhecidos como referências na área. É justamente nesse ponto que segmentação e microsegmentação deixam de ser apenas boas práticas técnicas e passam a ser elementos estratégicos da arquitetura de segurança.
Por Helena Motta 28 de janeiro de 2026
A nuvem se consolidou como base da infraestrutura digital moderna. Aplicações críticas, dados sensíveis e processos centrais de negócio estão cada vez mais distribuídos entre provedores de cloud, ambientes SaaS e data centers locais. Esse modelo trouxe escalabilidade, velocidade e redução de custos, mas também expandiu de forma significativa a superfície de ataque. Com o crescimento de ambientes híbridos e multicloud, a complexidade operacional aumentou. Empresas passaram a lidar simultaneamente com diferentes arquiteturas, modelos de segurança, políticas de acesso e mecanismos de monitoramento. Nesse contexto, surge uma percepção equivocada: a de que “a nuvem é segura por padrão”. Embora provedores ofereçam infraestrutura robusta, a responsabilidade pela proteção de dados, acessos, configurações e aplicações continua sendo da organização. O resultado é um aumento dos riscos operacionais e de segurança. Atacantes exploram lacunas entre ambientes, erros de configuração e identidades mal gerenciadas. A nuvem, longe de ser apenas um recurso tecnológico, torna-se um novo campo estratégico de defesa cibernética.
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