Segurança
que conecta
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A Contacta leva o melhor da tecnologia em Segurança da Informação para a sua empresa, proporcionando proteção contra ameaças cibernéticas e vazamento de dados

Soluções de Segurança da Informação

Proteja usuários, dados e aplicações com soluções de segurança personalizadas para o seu negócio

Proteja suas aplicações e dados em nuvem, com soluções que garantem segurança e alta performance.

Garanta proteção para os seus usuários, independente do lugar ou do dispositivo que ele esteja usando.

Leve mais segurança para a sua rede corporativa, garantido proteção e alta disponibilidade para dados e aplicações on premise.

Ofereça navegação segura para os seus usuários e proteja a sua empresa contra sites maliciosos e ameaças web.

Integre diferentes soluções de segurança, colete dados e garanta a visibilidade para prevenir e responder rapidamente a ameaças cibernéticas.

Conte com soluções que facilitam a aderência à legislação e garanta governança dos sistemas e dados da empresa.

Identifique e corrija falhas de segurança nas aplicações ao longo de todo o desenvolvimento, através de integrações, controles eficientes e automações.


Conte com nosso time de especialistas para apoiá-lo de ponta a ponta nos seus desafios de segurança

Implantação de Soluções

Projetos de segurança da informação desenvolvidos sob medida, de acordo com as necessidades e objetivos estratégicos de cada cliente.

Migração para a Cloud

Os especialistas da Contacta ajudam você a garantir mais segurança, eficiência e controle de custos na sua jornada de migração para a nuvem.

Suporte especializado

A Contacta conta com um time de especialistas certificados e a expertise de mais de 30 anos lidando com desafios complexos de segurança da informação.

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Conteúdos pensados para ajudar você nos desafios de Segurança da Informação

Os novos padrões de MFA em 2026: o que realmente funciona contra ataques avançados
Por Helena Motta 13 de janeiro de 2026
D urante anos, a autenticação multifator (MFA) foi tratada como o “antídoto definitivo” contra ataques baseados em credenciais. Implementar um segundo fator parecia suficiente para reduzir drasticamente o risco de invasões. Em 2026, essa lógica já não se sustenta sozinha. O avanço dos ataques baseados em identidade mostrou que nem todo MFA oferece o mesmo nível de proteção e, em alguns casos, pode até criar uma falsa sensação de segurança. Hoje, a pergunta central não é mais “sua empresa usa MFA?”, mas sim: que tipo de MFA está sendo utilizado e se ele é capaz de resistir a ataques avançados, automatizados e orientados por engenharia social. O mercado caminha para padrões mais inteligentes, adaptativos e resistentes a phishing, alinhados a estratégias de Zero Trust e proteção contínua de identidade.
Tendências de cibersegurança para 2026: o que muda na prática para as organizações
Por Helena Motta 19 de dezembro de 2025
A cibersegurança entrou em um novo momento. Se nos últimos anos o foco esteve em acompanhar a digitalização acelerada e o crescimento da nuvem, o cenário que se desenha para 2026 é mais estrutural: tecnologias avançando em ritmo exponencial, ataques cada vez mais automatizados e uma pressão crescente por maturidade, resiliência e governança. De acordo com análises recentes publicadas por veículos especializados e relatórios globais de segurança, o desafio deixa de ser apenas “proteger sistemas” e passa a envolver a capacidade das organizações de integrar segurança à estratégia do negócio, com visão de longo prazo. No artigo de hoje, reunimos as principais tendências que devem definir a cibersegurança em 2026, com base em relatórios de mercado, fabricantes e especialistas do setor.
IA como usuário: o futuro da identidade digital e o desafio da autenticação autônoma
Por Helena Motta 3 de dezembro de 2025
A A presença de agentes inteligentes em sistemas corporativos já saiu do campo da experimentação e entrou na rotina operacional. Bots que reservam salas, agentes que sincronizam dados entre serviços, e assistentes que executam ações em nome de equipes são exemplos de um fenômeno que exige repensar o que entendemos por identidade digital. Quando uma inteligência artificial age como um usuário, quais são as garantias mínimas de quem ela é, do que pode fazer e de como suas ações serão rastreadas? Este artigo explora esse novo cenário, os limites dos modelos atuais de autenticação e caminhos práticos para a transição a um modelo de identidade que suporte agentes autônomos de forma segura e auditável.
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